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MPC-RR diz que nomeações de parentes da governadora são inconstitucionais

O Ministério Público de Contas (MPC) em Roraima se posicionou nesta terça-feira (3) sobre a legalidade das nomeações de parentes feitas pela governadora Suely Campos (PP) em janeiro. De acordo com o órgão, as escolhas de familiares para trabalhar em instituições públicas do estado são inconstitucionais.


O procurador responsável pela investigação, Paulo Sérgio Oliveira, requereu que cópias do processo sejam enviadas ao Ministério Público do Estado (MPRR), órgão responsável por fazer a reclamação no Supremo Tribunal Federal (STF).


Sérgio Oliveira solicitou ainda que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) aplique as sanções previstas em lei aos gestores que não enviarem as solicitações ao órgão, referentes às nomeações.


A assessoria de comunicação do estado informou que aguardará o posicionamento do TCE para adotar as providências cabíveis.


Entenda o caso No início de janeiro, a governadora Suely Campos nomeou 19 parentes para as secretarias de Roraima, que receberiam juntos salários mensais que chegam a R$ 398 mil, segundo o Diário Oficial da Assembleia.

As filhas de Suely, Emília Santos e Danielle Araújo, foram escolhidas para cargos de primeiro escalão do governo de Roraima. Elas assumiram a Secretaria Estadual de Trabalho e Bem-Estar Social (Setrabes) e a Casa Civil, respectivamente.

A irmã da governadora, Selma Mulinari, foi escolhida para comandar a Secretaria Estadual de Educação (Seed). Paralelo à lista de parentesco de primeiro grau, Suely escolheu ainda sobrinhos para cargos do mesmo status.


Fonte: G1






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